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CONVIVIO
18 DE MAIO DE 2019

Programa:
12.00 horas - Celebração da Eucaristia
13.00 horas - Almoço;
16.00 horas - Assembleia geral e apresentação/divulgação do livro Composições Musicais de Mons. Ângelo Minhava, organizado por Mons. Salvador Parente.

LOCAL : QUINTA DA PETISQUEIRA

POR IMPOSSBILIDADE DE O ALMOÇO SER SERVIDO NO REFEITÓRIO DO SEMINÁRIO, A DIRECÇÃO TEVE DE ENCONTRAR UMA ALTERNATIVA NÃO DISTANTE DO CENTRO DA CIDADE. A QUINTA DA PETISQUEIRA (RESTAURANTE) FICA JUNTO À ROTUNDA PRÓXIMA DO CENTRO HOSPITALAR DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO, CONFORME IMAGEM AQUI REPRODUZIDA.
A EUCARISTIA SERÁ CELEBRADA NA CAPELA DO LAR DA IMACULADA CONCEIÇÃO, AO LADO DO REFERIDO RESTAURANTE, E PERTENÇA DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA.

NOTA: A DIRECÇÃO AGRADECE A INSCRIÇÃO ATÉ DIA 1alt0 DE MAIO.

Homenagem ,Sua Eminência D. Antônio Marto

27/04/2019_ Chaves

Missa, Igreja Matriz_ 11 horas

Almoço _Hotel Aquae Fláviae (20 euros)

Inscrição telef. 276321384

A um anjo ouvi dizer                                       A DIRECÇÃO DESEJA BOAS FESTAS
que o Natal                                                         A TODOS OS COMPANHEIROS
tão singelo
e belo
é elo
sem igual
de humanidade.alt

Se sentires fria
a noite
olha o céu
e escuta do universo
o grande silêncio.

a luzir

uma uma estrela
sem idade
que conhecendo o sentir
do teu coração
por ti vela
sem exigir
qualquer condição.

DISCORRENDO SOBRE A FÉ QUE NOS MOVE – Parte I
24 e 25 de Novembro

Nestes  dois dias, por iniciativa da UASP – União das Associações dos Antigos Alunos dos Seminários Portugueses, na "Domus Carmeli", uma casa património da Ordem dos Padres Carmelitas Descalços, em Fátima, no decurso do seu V Fórum animado pelo tema "O Acesso à Experiência da Fé, Hoje!", se ouviram ali, bem protegidos da precipitação exterior, torrentes de palavras suaves, ainda que firmes, ordeiras e prometedoras, rumo ao reavivar e aprofundar a Fé de cada um,

Dizia o doutor José Milhazes, convidado para abordar uma "Leitura dos sinais dos tempos", antigo aluno do seminário comboniano, o primeiro orador convidado, que "quanto mais culta é a fé, mais sólida ela é", O modo em contraponto com o que por aí se diz que o conhecimento, vai reduzindo a necessidade de religião.De facto, o orador afirmou que o que hoje importa é a cultura, o conhecimento e a fé.

Ainda na manhã de sábado foi tempo de olhar para "A transmissão da Fé entre gerações" e escutou-se a afirmação da Fé, na perspectiva dos filhos, dos pais e dos avós .

Foi muito agradável ouvir o testemunho de um antigo aluno, o dr. Fernando Capela, p alt ercorrer a escala da sua evolução como homem de fé, uma fé compartilhada no seio da sua família onde despontou, aprofundou no seminário e teve também uma fase de pré-divórcio, seguida de um curto período de divórcio quase total por alturas em que cursava direito em Coimbra, ainda que não tivesse perdido o contacto total com a igreja. Reaproximou-se depois e actualmente frequenta a igreja de novo e tem tempo para Deus, afirmando até que a melhor experiência que teve foram aqueles três anos em que, já formado em direito, ministrou catequese aos miúdos. Concluiu que não sabe se é um homem de fé, mas tem a certeza que nos seus quarenta anos de vida Deus tem andado por ali.

Como agradável foi ouvir a drª Maria Clara Oliveira, na perspectiva de educadora dos seus filhos, mas também dos seus alunos, que encontra frequentemente em Fátima, terra de Fé por excelência o seu porto de abrigo. Tem educado os seus filhos na Fé em Deus, mas lembrou Madre Teresa de Calcutá: –"Os filhos são como as águias, ensinarás a voar mas não voarão o teu voo. Ensinarás a sonhar, mas não sonharão os teus sonhos. Ensinarás a viver, mas não viverão a tua vida. Mas, em cada voo, em cada sonho e em cada vida permanecerá para sempre a marca dos ensinamentos recebidos".

Para terminar a manhã de sábado, escutou-se o dr. José Luís Ponte a falar da "Transmissão da Fé na geração dos avós" : Se os familiares transmitem a fé, então o que falta? – Falta os educadores abordarem as questões com firmeza e exigência. Invocou Daniel Sampaio e a sua obra "A razão dos avós", segundo o qual são os avós que têm disponibilidade para educar os netos com prazer, não por dever ou missão. Os avós trazem as tradições e os rituais característicos das gerações que desapareceram, são um tesouro que não podem ser roubados às gerações.

A.V(Uasp)